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Carlos Alberto Dias da Silva, 33 anos, foi condenado a 29 anos e 6 meses de prisão em regime fechado, pela morte de Jeniffer Tavares, 17 anos na época. O condenação pelo assassinato teve os seguintes agravantes: impossibilitar defesa da vitima, por asfixia, estupro, ocultação de cadáver e fraude processual.

O crime aconteceu em 2019, no interior de um motel, na PR-323, em Paiçandu. O corpo foi encontrado em um loteamento na região norte de Maringá.
O irmão de Carlos Alberto, que também era acusado por ocultação de cadáver e fraude processual, pois teria ido buscar objetos do motel depois que Carlos saiu do local, foi absolvido. O Ministério Público entendeu que ele não teria cometido os crimes e pediu pela absolvição.

Os dois agravantes também foram imputados a Carlos Alberto.

 

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