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Foi um dos crimes mais graves registrados em 2019 que ganhou repercussão em Maringá e região. A adolescente, Jeniffer Tavares Mologni, 17 anos na época, foi violentada e assassinada por Carlos Alberto Dias da Silva, segundo a polícia.
A investigacao mostrou que o réu a matou por estrangulamento depois de a ter estuprado. O crime teria acontecido dentro de um motel na PR-323, em Paiçandu.

Jeniffer aceitou uma carona com Carlos Alberto, após deixarem uma festa em uma chácara. O corpo da menor foi achado três dias depois dela ser dada como desaparecida pela família.
O cadáver estava em um loteamento na região norte de Maringá. Dias depois do achado, o então suspeito, foi preso e negou o crime. Ele disse que Jeniffer consumiu drogas e caiu, o que teria levado ela a morte.
A versão sempre foi contestada pela família da adolescente.
A polícia encerrou o inquérito com evidências técnicas, através de laudos do I.M.L, sobre as condições da morte.

O júri está marcado para às 8h30m dessa quarta-feira, 27 de julho. Um irmão de Carlos também será julgado por ocultação de cadáver, pois ele teria ajudado o acusado a levar o corpo de Jeniffer do motel até o loteamento.

 

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